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O setor varejista já começou a se recuperar da crise que abalou a economia do Brasil. Em 2017, o aumento nas vendas foi de 6% em comparação com o ano anterior, número satisfatório depois de três anos em quedas. Para 2018, a previsão é de 4,3% de aumento em relação ao ano anterior, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)

Esse cenário de otimismo é excelente para o comércio. No entanto, para empresas tradicionais que atuam exclusivamente com lojas físicas, os números também alertam uma mudança no comportamento do consumidor. As vendas por e-commerce subiram 12% em 2017 e a previsão é de que, em 2021, representem 9,5% das vendas totais do varejo no país.

O aumento do comércio online não quer dizer que os dias de lojas físicas estão contados, mas sim que há um novo perfil de consumidor, com necessidades diferentes. Os lojistas precisam se reinventar para continuarem atendendo às necessidades do seu público com excelência.

O projeto é focado em determinar tendências do setor com base em análises do que acontece aqui e no mundo. Os insumos vêm até mesmo da NRS, maior evento de varejo do mundo, que ocorre anualmente em Nova York e reúne empresas de todas as partes do mundo. Além da troca de experiências entre os participantes, discussões sobre o futuro do mercado, suas transformações, o que funciona e o que ficou no passado ajudam a entender o que se pode esperar do futuro do varejo.

Para Alexandre Moura, CEO da Comtex entender o que será do setor varejista e propor ações para que empresas se reposicionem e para melhor atender um consumidor mais exigente, mais informado e mais conectado é a proposta central do Conecta Comércio. “Ao final de 2020, ele estará redondo e com soluções claras para que os varejistas saibam como seguir fortes no mercado”, acredita moura.