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O mundo contemporâneo gira em torno da tecnologia, principalmente os seres humanos. Grande parte das pessoas fica conectada desde o momento que acorda até a hora de dormir, presas em um ciclo constante de vício justificado pela ‘’ força do hábito’’. Contudo, esse costume acaba afetando não só os adultos, como também seus filhos e sobrinhos ainda em fase de formação, ensinados desde cedo a mexerem em aparelhos eletrônicos, o que os torna suscetíveis a problemas relacionados ao déficit de atenção, atrasos cognitivos, impulsividade, dificuldade em lidar com sentimentos como a raiva, dependência pela tecnologia, entre outros.

Crianças navegando smartphones perto de adolescente com controlador Foto gratuita

 

Essa tem sido uma situação recorrente que precisa ser contornada, e os responsáveis deverão ser agentes ativos nessa mudança comportamental, começando por eles próprios. Não adianta querer vetar ou reduzir das crianças o uso de computadores, tablets e smartphones sem dar o exemplo.  Administrar o tempo da utilização desses aparelhos não será benéfico apenas para os mais novos, pois é algo que também afeta a saúde dos adultos ao gerar ansiedade, stress, perda de sono e sedentarismo, por exemplo.

 

Crianças absorvem tudo que lhes é ensinado e, sabendo disso, os pais devem trabalhar para manter o diálogo e investir em atividades familiares que não envolvam tecnologia.  As crianças devem brincar o máximo possível ao ar livre, praticar esportes e ler livros a fim de exercitarem a mente e aguçarem sentidos que a tecnologia não pode oferecer sozinha. Devem ser ensinadas a não estarem em contato constante com esses aparelhos para que, assim, a infância delas não seja limitada por uma tela digital.