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Assim que embarcam em um avião, todos os passageiros são aconselhados a colocarem seus smartphones em modo avião, porém, nem sempre isso acontece. Durante um voo saindo do Quênia, com mais de 100 pessoas a bordo, um passageiro fez uma “brincadeira” de mau gosto, ativando uma rede Wi-Fi intitulada “bomba a bordo”, o que apavorou outros passageiros que encontraram a rede.

O voo da Turkish Airlines partia de Nairóbi, no Quênia, com destino a Istambul, na Turquia. No entanto, os passageiros que viram a rede Wi-Fi com nome suspeito,  alertaram a equipe, forçando o voo a um pouso de emergência no aeroporto de Cartum, no Sudão, como informa a agência Reuters.

Assim que o avião pousou de improviso, a equipe de segurança fez as inspeções necessárias e confirmou que o avião era seguro, constatando que o Wi-Fi não passava de uma brincadeira. Não foi informado se o passageiro responsável pela rede foi identificado, mas a empresa aérea informa que todos os 100 passageiros retomaram a viagem normalmente.

Esse não foi o primeiro acontecimento envolvendo smartphones e nomes ameaçadores. Com a possibilidade de criação de hotspots a partir de celulares e notebooks, essa situação tem sido cada vez mais frequente. No ano passado, um voo da Qantas Airlines, de Melbourne para Perth, na Austrália, atrasou por duas horas após passageiros encontrarem uma rede Wi-Fi chamada “Mobile Detonation Device” (“Dispositivo de detonação móvel”).

Algo muito parecido também foi visto no final do ano passado, quando algum passageiro decidiu dar o nome ao seu roteador de Wi-Fi de “Galaxy Note 7” na mesma época em que havia temores de incêndio causados pelo celular, o que causou confusão, deixando muitas pessoas amedrontadas no aeroporto e atrasando o voo, desregulando todo o aeroporto.