Select Page

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta semana o aumento de 42,8% do valor cobrado pela bandeira vermelha no patamar 2, passando então de R$3,50 para R$5 o valor a cada 100 kilowatts-hora consumidos, que serão considerados a partir do mês de novembro.

A medida tomada pela agência de energia elétrica foi devido ao baixo nível dos reservatórios, que estão muito mais abaixo que o registrado durante o racionamento de 2001. Apesar dos usos das usinas térmicas apartar o risco de um racionamento, acaba encarecendo a conta de luz. Não só o valor da energia ficará mais caro. A Aneel também alterou o valor de outros patamares de bandeiras tarifárias.

 

Imagem relacionada

 

As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 pela Aneel, com intuito de recompor gastos extras causadas pelas usinas termelétricas, devida a falta de água nas usinas hidrelétricas, que é consideravelmente mais barata. As cores das bandeiras são impressas nas contas de luz, podendo ser amarela, verde ou vermelha, indicando custo da energia em função das condições de geração de eletricidade.

A bandeira tarifária amarela passará de R$ 2 para R$ 1 cobrado a cada 100 kilowatts-hora consumidos, enquanto a bandeira vermelha patamar 1 continuará com valor de R$ 3. A bandeira verde não cobra taxa extra no consumo da energia elétrica.

“A proposta passe a valer imediatamente para dar estabilidade à bandeira de novembro” –comentou o diretor da Aneel, Tiago Correia.

A decisão final ainda passará por audiência pública e em seguida os diretores da agência farão uma reunião para tomar a decisão final do aumento, podendo modificar a proposta.