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Desde os primórdios da computação até os dias de hoje, fala-se na inteligência das máquinas ou de como estas podem perceber o ambiente a sua volta e interagir com ele.  Máquinas pensantes sempre estiveram presentes na cultura popular. No cinema e na literatura elas aparecem em exemplos curiosos sobre como as máquinas, na sua maioria robôs, dominariam os seres humanos. O filme Metropolis, do austríaco Fritz Lang de 1926, é um bom exemplo de como o cinema iniciou a “saga” de máquinas inteligentes. O livro de Arthur C. Clarke 2001 Uma Odisseia no Espaço, com filme homônimo, também conta com um personagem robótico, o computador HAL 9000, uma máquina capaz de pensar e tomar decisões complexas.

Hoje em dia, a inteligência artificial já é uma realidade. Está presente em nossos smartphones, computadores e até mesmo nos videogames. Ultimamente, gadgets como Alexa, da Amazon, ou o Home, da Google, estão em milhares de lares nos Estados Unidos ajudando as pessoas em suas atividades cotidianas. Leia o post publicado aqui no ConexCidade e veja está afetando o dia a dia das pessoas.

Atualmente, empresas brasileiras e estrangeiras estão aplicando a tecnologia da inteligência artificial na área de segurança e monitorização. A inteligência desses sistemas permites avaliar, entre outras coisas, massa de dados gigantescas (Big Data) e a partir deles criar gráficos de conhecimento, que utilizam cálculos de probabilidades para construí-los. Dessa forma, um sistemas de câmeras pode, por exemplo, identificar uma movimentação suspeita numa rua monitorada pelo sistema e avisar a polícia.

Outra aplicação é a chamada vigilância compartilhada onde vários sistemas de monitoramento podem ser integrados e compartilhados entre diversas pessoas, condomínios, bairros e até cidades inteiras. A inteligência artificial é capaz de analisar milhares de imagens simultaneamente e notificar às autoridades quando algo está fora dos padrões. O mais interessante neste sistema é que outras formas de segurança se mantêm integradas ao sistema como rastreamento de veículos ou acesso biométrico.

A inteligência artificial pode, de fato, melhorar as vidas das pessoas principalmente nos grandes centros urbanos. Já vivemos os seus benefícios, mas, com certeza, ainda há muito por vir. Estamos apenas no começo de uma nova era de mudanças profundas em nossa sociedade moderna. Ela está se tornando cada vez mais conectada, inteligente e independente.